Escola de Contabilidade PJP
Livro 8 — Controle Interno e Auditoria no Setor Público — Livro Completo
Capa — Controle Interno e Auditoria no Setor Público

Controle Interno e Auditoria no Setor Público

Normas, Etapas, Evidências e Casos Aplicados — Coleção Autoral (PJP)

Livro 8 — Controle Interno e Auditoria no Setor Público

Como usar este livro (em 4 passos)
  1. Leia o capítulo e marque conceitos-chave.
  2. Complete o laboratório (produto do capítulo).
  3. Responda às questões e revise o resumo.
  4. Aplique em um processo real (folha, compras, obras).
Competências desenvolvidas

Alagoinhas — BA • 06/01/2026


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Prefácio

Controle interno e auditoria no setor público tem uma lógica simples: reduzir riscos e aumentar confiança. Controle interno organiza rotinas, define responsabilidades e produz evidências; auditoria avalia se essas rotinas funcionam e recomenda melhorias.

O ponto-chave é separar “opinião” de “evidência”. Em auditoria, o que vale é documento, registro, trilha de auditoria, conciliação, teste e confirmação. A boa prática é padronizar papéis de trabalho e manter rastreabilidade (o que foi testado, por quem, quando e com base em quê).

Neste capítulo, o foco é resultados e confiança. Você vai aprender um modelo de execução com começo, meio e fim: planejamento → testes → achados → recomendações → monitoramento.

Aplicação municipal (exemplos): folha de pagamento, compras e contratos, almoxarifado, frota, obras, arrecadação, convênios, saúde e educação. Em cada área, o risco muda, mas o método é o mesmo: mapear processo, identificar pontos de controle, testar e registrar evidências.

Dica didática: escreva o achado em três frases: (1) critério (qual regra/padrão), (2) condição (o que foi observado), (3) efeito/risco (por que importa). Depois, proponha a causa provável e a recomendação prática.

Produtos que você vai construir

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Como usar (roteiro de estudo)

Aprender auditoria no setor público tem uma lógica simples: reduzir riscos e aumentar confiança. Controle interno organiza rotinas, define responsabilidades e produz evidências; auditoria avalia se essas rotinas funcionam e recomenda melhorias.

O ponto-chave é separar “opinião” de “evidência”. Em auditoria, o que vale é documento, registro, trilha de auditoria, conciliação, teste e confirmação. A boa prática é padronizar papéis de trabalho e manter rastreabilidade (o que foi testado, por quem, quando e com base em quê).

Neste capítulo, o foco é estudar com casos. Você vai aprender um modelo de execução com começo, meio e fim: planejamento → testes → achados → recomendações → monitoramento.

Aplicação municipal (exemplos): folha de pagamento, compras e contratos, almoxarifado, frota, obras, arrecadação, convênios, saúde e educação. Em cada área, o risco muda, mas o método é o mesmo: mapear processo, identificar pontos de controle, testar e registrar evidências.

Dica didática: escreva o achado em três frases: (1) critério (qual regra/padrão), (2) condição (o que foi observado), (3) efeito/risco (por que importa). Depois, proponha a causa provável e a recomendação prática.

Roteiro por caso real
  1. Escolha um processo (folha, compras, obra, convênio).
  2. Desenhe o fluxo em 6–10 passos.
  3. Liste 5 riscos e 5 controles possíveis.
  4. Defina evidências (documentos, sistemas, conciliações).
  5. Crie um programa de auditoria com 8–12 testes.
  6. Registre achados e recomende melhorias.
Checklist do trabalho bem feito

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Glossário rápido

Conceitos
TermoDefinição
Controle internoRotinas, políticas e verificações para reduzir riscos e garantir objetivos.
EvidênciaInformação que sustenta conclusão (documento, registro, confirmação, teste).
RiscoProbabilidade × impacto de um evento indesejado.
Controle-chaveControle que previne ou detecta erro relevante.
Teste de conformidadeVerifica se o controle foi executado.
Teste substantivoVerifica diretamente transações/valores/saldos.
AchadoCritério + condição + efeito/risco.
Dica

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Capítulo 1 — Fundamentos de controle interno, accountability e governança

Do conceito ao procedimento

Fundamentos de controle interno, accountability e governança no setor público tem uma lógica simples: reduzir riscos e aumentar confiança. Controle interno organiza rotinas, define responsabilidades e produz evidências; auditoria avalia se essas rotinas funcionam e recomenda melhorias.

O ponto-chave é separar “opinião” de “evidência”. Em auditoria, o que vale é documento, registro, trilha de auditoria, conciliação, teste e confirmação. A boa prática é padronizar papéis de trabalho e manter rastreabilidade (o que foi testado, por quem, quando e com base em quê).

Neste capítulo, o foco é papéis e responsabilidades. Você vai aprender um modelo de execução com começo, meio e fim: planejamento → testes → achados → recomendações → monitoramento.

Aplicação municipal (exemplos): folha de pagamento, compras e contratos, almoxarifado, frota, obras, arrecadação, convênios, saúde e educação. Em cada área, o risco muda, mas o método é o mesmo: mapear processo, identificar pontos de controle, testar e registrar evidências.

Dica didática: escreva o achado em três frases: (1) critério (qual regra/padrão), (2) condição (o que foi observado), (3) efeito/risco (por que importa). Depois, proponha a causa provável e a recomendação prática.

Checklist do capítulo
Quadro de decisão
PerguntaFerramentaSaída
Qual o risco principal?matriz de riscoprioridade de testes
Que controle prova execução?evidênciaspapel de trabalho
O que concluir?achado bem escritorecomendação
Laboratório 1 — Produto do capítulo
Resumo do capítulo (revisão rápida)
Questões
  1. Diferencie teste de conformidade e substantivo com exemplo.
  2. O que é evidência suficiente? Dê 3 exemplos.
  3. Escreva um achado (critério-condição-efeito) para compras.
  4. Explique por que segregação de funções reduz risco.

Notas didáticas

Use exemplos locais: folha, contratos, obras, convênios, arrecadação. O método é o mesmo; muda o risco e a evidência.


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Capítulo 2 — Mapeamento de processos e matriz de riscos

Do conceito ao procedimento

Mapeamento de processos e matriz de riscos no setor público tem uma lógica simples: reduzir riscos e aumentar confiança. Controle interno organiza rotinas, define responsabilidades e produz evidências; auditoria avalia se essas rotinas funcionam e recomenda melhorias.

O ponto-chave é separar “opinião” de “evidência”. Em auditoria, o que vale é documento, registro, trilha de auditoria, conciliação, teste e confirmação. A boa prática é padronizar papéis de trabalho e manter rastreabilidade (o que foi testado, por quem, quando e com base em quê).

Neste capítulo, o foco é desenhar riscos e controles. Você vai aprender um modelo de execução com começo, meio e fim: planejamento → testes → achados → recomendações → monitoramento.

Aplicação municipal (exemplos): folha de pagamento, compras e contratos, almoxarifado, frota, obras, arrecadação, convênios, saúde e educação. Em cada área, o risco muda, mas o método é o mesmo: mapear processo, identificar pontos de controle, testar e registrar evidências.

Dica didática: escreva o achado em três frases: (1) critério (qual regra/padrão), (2) condição (o que foi observado), (3) efeito/risco (por que importa). Depois, proponha a causa provável e a recomendação prática.

Checklist do capítulo
Quadro de decisão
PerguntaFerramentaSaída
Qual o risco principal?matriz de riscoprioridade de testes
Que controle prova execução?evidênciaspapel de trabalho
O que concluir?achado bem escritorecomendação
Laboratório 2 — Produto do capítulo
Resumo do capítulo (revisão rápida)
Questões
  1. Diferencie teste de conformidade e substantivo com exemplo.
  2. O que é evidência suficiente? Dê 3 exemplos.
  3. Escreva um achado (critério-condição-efeito) para compras.
  4. Explique por que segregação de funções reduz risco.

Notas didáticas

Use exemplos locais: folha, contratos, obras, convênios, arrecadação. O método é o mesmo; muda o risco e a evidência.


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Capítulo 3 — Controles internos: desenho, evidências e segregação de funções

Do conceito ao procedimento

Controles internos: desenho, evidências e segregação de funções no setor público tem uma lógica simples: reduzir riscos e aumentar confiança. Controle interno organiza rotinas, define responsabilidades e produz evidências; auditoria avalia se essas rotinas funcionam e recomenda melhorias.

O ponto-chave é separar “opinião” de “evidência”. Em auditoria, o que vale é documento, registro, trilha de auditoria, conciliação, teste e confirmação. A boa prática é padronizar papéis de trabalho e manter rastreabilidade (o que foi testado, por quem, quando e com base em quê).

Neste capítulo, o foco é evidências e pontos de controle. Você vai aprender um modelo de execução com começo, meio e fim: planejamento → testes → achados → recomendações → monitoramento.

Aplicação municipal (exemplos): folha de pagamento, compras e contratos, almoxarifado, frota, obras, arrecadação, convênios, saúde e educação. Em cada área, o risco muda, mas o método é o mesmo: mapear processo, identificar pontos de controle, testar e registrar evidências.

Dica didática: escreva o achado em três frases: (1) critério (qual regra/padrão), (2) condição (o que foi observado), (3) efeito/risco (por que importa). Depois, proponha a causa provável e a recomendação prática.

Checklist do capítulo
Quadro de decisão
PerguntaFerramentaSaída
Qual o risco principal?matriz de riscoprioridade de testes
Que controle prova execução?evidênciaspapel de trabalho
O que concluir?achado bem escritorecomendação
Laboratório 3 — Produto do capítulo
Resumo do capítulo (revisão rápida)
Questões
  1. Diferencie teste de conformidade e substantivo com exemplo.
  2. O que é evidência suficiente? Dê 3 exemplos.
  3. Escreva um achado (critério-condição-efeito) para compras.
  4. Explique por que segregação de funções reduz risco.

Notas didáticas

Use exemplos locais: folha, contratos, obras, convênios, arrecadação. O método é o mesmo; muda o risco e a evidência.


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Capítulo 4 — Planejamento da auditoria: escopo, materialidade e amostragem

Do conceito ao procedimento

Planejamento da auditoria: escopo, materialidade e amostragem no setor público tem uma lógica simples: reduzir riscos e aumentar confiança. Controle interno organiza rotinas, define responsabilidades e produz evidências; auditoria avalia se essas rotinas funcionam e recomenda melhorias.

O ponto-chave é separar “opinião” de “evidência”. Em auditoria, o que vale é documento, registro, trilha de auditoria, conciliação, teste e confirmação. A boa prática é padronizar papéis de trabalho e manter rastreabilidade (o que foi testado, por quem, quando e com base em quê).

Neste capítulo, o foco é planejar com clareza. Você vai aprender um modelo de execução com começo, meio e fim: planejamento → testes → achados → recomendações → monitoramento.

Aplicação municipal (exemplos): folha de pagamento, compras e contratos, almoxarifado, frota, obras, arrecadação, convênios, saúde e educação. Em cada área, o risco muda, mas o método é o mesmo: mapear processo, identificar pontos de controle, testar e registrar evidências.

Dica didática: escreva o achado em três frases: (1) critério (qual regra/padrão), (2) condição (o que foi observado), (3) efeito/risco (por que importa). Depois, proponha a causa provável e a recomendação prática.

Checklist do capítulo
Quadro de decisão
PerguntaFerramentaSaída
Qual o risco principal?matriz de riscoprioridade de testes
Que controle prova execução?evidênciaspapel de trabalho
O que concluir?achado bem escritorecomendação
Laboratório 4 — Produto do capítulo
Resumo do capítulo (revisão rápida)
Questões
  1. Diferencie teste de conformidade e substantivo com exemplo.
  2. O que é evidência suficiente? Dê 3 exemplos.
  3. Escreva um achado (critério-condição-efeito) para compras.
  4. Explique por que segregação de funções reduz risco.

Notas didáticas

Use exemplos locais: folha, contratos, obras, convênios, arrecadação. O método é o mesmo; muda o risco e a evidência.


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Capítulo 5 — Testes de auditoria: conformidade e substantivos (com exemplos)

Do conceito ao procedimento

Testes de auditoria: conformidade e substantivos (com exemplos) no setor público tem uma lógica simples: reduzir riscos e aumentar confiança. Controle interno organiza rotinas, define responsabilidades e produz evidências; auditoria avalia se essas rotinas funcionam e recomenda melhorias.

O ponto-chave é separar “opinião” de “evidência”. Em auditoria, o que vale é documento, registro, trilha de auditoria, conciliação, teste e confirmação. A boa prática é padronizar papéis de trabalho e manter rastreabilidade (o que foi testado, por quem, quando e com base em quê).

Neste capítulo, o foco é executar testes. Você vai aprender um modelo de execução com começo, meio e fim: planejamento → testes → achados → recomendações → monitoramento.

Aplicação municipal (exemplos): folha de pagamento, compras e contratos, almoxarifado, frota, obras, arrecadação, convênios, saúde e educação. Em cada área, o risco muda, mas o método é o mesmo: mapear processo, identificar pontos de controle, testar e registrar evidências.

Dica didática: escreva o achado em três frases: (1) critério (qual regra/padrão), (2) condição (o que foi observado), (3) efeito/risco (por que importa). Depois, proponha a causa provável e a recomendação prática.

Checklist do capítulo
Quadro de decisão
PerguntaFerramentaSaída
Qual o risco principal?matriz de riscoprioridade de testes
Que controle prova execução?evidênciaspapel de trabalho
O que concluir?achado bem escritorecomendação
Laboratório 5 — Produto do capítulo
Resumo do capítulo (revisão rápida)
Questões
  1. Diferencie teste de conformidade e substantivo com exemplo.
  2. O que é evidência suficiente? Dê 3 exemplos.
  3. Escreva um achado (critério-condição-efeito) para compras.
  4. Explique por que segregação de funções reduz risco.

Notas didáticas

Use exemplos locais: folha, contratos, obras, convênios, arrecadação. O método é o mesmo; muda o risco e a evidência.


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Capítulo 6 — Papéis de trabalho e trilha de auditoria: como documentar

Do conceito ao procedimento

Papéis de trabalho e trilha de auditoria: como documentar no setor público tem uma lógica simples: reduzir riscos e aumentar confiança. Controle interno organiza rotinas, define responsabilidades e produz evidências; auditoria avalia se essas rotinas funcionam e recomenda melhorias.

O ponto-chave é separar “opinião” de “evidência”. Em auditoria, o que vale é documento, registro, trilha de auditoria, conciliação, teste e confirmação. A boa prática é padronizar papéis de trabalho e manter rastreabilidade (o que foi testado, por quem, quando e com base em quê).

Neste capítulo, o foco é documentar sem falhas. Você vai aprender um modelo de execução com começo, meio e fim: planejamento → testes → achados → recomendações → monitoramento.

Aplicação municipal (exemplos): folha de pagamento, compras e contratos, almoxarifado, frota, obras, arrecadação, convênios, saúde e educação. Em cada área, o risco muda, mas o método é o mesmo: mapear processo, identificar pontos de controle, testar e registrar evidências.

Dica didática: escreva o achado em três frases: (1) critério (qual regra/padrão), (2) condição (o que foi observado), (3) efeito/risco (por que importa). Depois, proponha a causa provável e a recomendação prática.

Checklist do capítulo
Quadro de decisão
PerguntaFerramentaSaída
Qual o risco principal?matriz de riscoprioridade de testes
Que controle prova execução?evidênciaspapel de trabalho
O que concluir?achado bem escritorecomendação
Laboratório 6 — Produto do capítulo
Resumo do capítulo (revisão rápida)
Questões
  1. Diferencie teste de conformidade e substantivo com exemplo.
  2. O que é evidência suficiente? Dê 3 exemplos.
  3. Escreva um achado (critério-condição-efeito) para compras.
  4. Explique por que segregação de funções reduz risco.

Notas didáticas

Use exemplos locais: folha, contratos, obras, convênios, arrecadação. O método é o mesmo; muda o risco e a evidência.


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Capítulo 7 — Achados, critérios e recomendações: escrever com objetividade

Do conceito ao procedimento

Achados, critérios e recomendações: escrever com objetividade no setor público tem uma lógica simples: reduzir riscos e aumentar confiança. Controle interno organiza rotinas, define responsabilidades e produz evidências; auditoria avalia se essas rotinas funcionam e recomenda melhorias.

O ponto-chave é separar “opinião” de “evidência”. Em auditoria, o que vale é documento, registro, trilha de auditoria, conciliação, teste e confirmação. A boa prática é padronizar papéis de trabalho e manter rastreabilidade (o que foi testado, por quem, quando e com base em quê).

Neste capítulo, o foco é redigir achados. Você vai aprender um modelo de execução com começo, meio e fim: planejamento → testes → achados → recomendações → monitoramento.

Aplicação municipal (exemplos): folha de pagamento, compras e contratos, almoxarifado, frota, obras, arrecadação, convênios, saúde e educação. Em cada área, o risco muda, mas o método é o mesmo: mapear processo, identificar pontos de controle, testar e registrar evidências.

Dica didática: escreva o achado em três frases: (1) critério (qual regra/padrão), (2) condição (o que foi observado), (3) efeito/risco (por que importa). Depois, proponha a causa provável e a recomendação prática.

Checklist do capítulo
Quadro de decisão
PerguntaFerramentaSaída
Qual o risco principal?matriz de riscoprioridade de testes
Que controle prova execução?evidênciaspapel de trabalho
O que concluir?achado bem escritorecomendação
Laboratório 7 — Produto do capítulo
Resumo do capítulo (revisão rápida)
Questões
  1. Diferencie teste de conformidade e substantivo com exemplo.
  2. O que é evidência suficiente? Dê 3 exemplos.
  3. Escreva um achado (critério-condição-efeito) para compras.
  4. Explique por que segregação de funções reduz risco.

Notas didáticas

Use exemplos locais: folha, contratos, obras, convênios, arrecadação. O método é o mesmo; muda o risco e a evidência.


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Capítulo 8 — Relatório de auditoria e comunicação com gestores

Do conceito ao procedimento

Relatório de auditoria e comunicação com gestores no setor público tem uma lógica simples: reduzir riscos e aumentar confiança. Controle interno organiza rotinas, define responsabilidades e produz evidências; auditoria avalia se essas rotinas funcionam e recomenda melhorias.

O ponto-chave é separar “opinião” de “evidência”. Em auditoria, o que vale é documento, registro, trilha de auditoria, conciliação, teste e confirmação. A boa prática é padronizar papéis de trabalho e manter rastreabilidade (o que foi testado, por quem, quando e com base em quê).

Neste capítulo, o foco é comunicar e negociar. Você vai aprender um modelo de execução com começo, meio e fim: planejamento → testes → achados → recomendações → monitoramento.

Aplicação municipal (exemplos): folha de pagamento, compras e contratos, almoxarifado, frota, obras, arrecadação, convênios, saúde e educação. Em cada área, o risco muda, mas o método é o mesmo: mapear processo, identificar pontos de controle, testar e registrar evidências.

Dica didática: escreva o achado em três frases: (1) critério (qual regra/padrão), (2) condição (o que foi observado), (3) efeito/risco (por que importa). Depois, proponha a causa provável e a recomendação prática.

Checklist do capítulo
Quadro de decisão
PerguntaFerramentaSaída
Qual o risco principal?matriz de riscoprioridade de testes
Que controle prova execução?evidênciaspapel de trabalho
O que concluir?achado bem escritorecomendação
Laboratório 8 — Produto do capítulo
Resumo do capítulo (revisão rápida)
Questões
  1. Diferencie teste de conformidade e substantivo com exemplo.
  2. O que é evidência suficiente? Dê 3 exemplos.
  3. Escreva um achado (critério-condição-efeito) para compras.
  4. Explique por que segregação de funções reduz risco.

Notas didáticas

Use exemplos locais: folha, contratos, obras, convênios, arrecadação. O método é o mesmo; muda o risco e a evidência.


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Capítulo 9 — Plano de ação e monitoramento: como garantir melhoria

Do conceito ao procedimento

Plano de ação e monitoramento: como garantir melhoria no setor público tem uma lógica simples: reduzir riscos e aumentar confiança. Controle interno organiza rotinas, define responsabilidades e produz evidências; auditoria avalia se essas rotinas funcionam e recomenda melhorias.

O ponto-chave é separar “opinião” de “evidência”. Em auditoria, o que vale é documento, registro, trilha de auditoria, conciliação, teste e confirmação. A boa prática é padronizar papéis de trabalho e manter rastreabilidade (o que foi testado, por quem, quando e com base em quê).

Neste capítulo, o foco é monitorar resultados. Você vai aprender um modelo de execução com começo, meio e fim: planejamento → testes → achados → recomendações → monitoramento.

Aplicação municipal (exemplos): folha de pagamento, compras e contratos, almoxarifado, frota, obras, arrecadação, convênios, saúde e educação. Em cada área, o risco muda, mas o método é o mesmo: mapear processo, identificar pontos de controle, testar e registrar evidências.

Dica didática: escreva o achado em três frases: (1) critério (qual regra/padrão), (2) condição (o que foi observado), (3) efeito/risco (por que importa). Depois, proponha a causa provável e a recomendação prática.

Checklist do capítulo
Quadro de decisão
PerguntaFerramentaSaída
Qual o risco principal?matriz de riscoprioridade de testes
Que controle prova execução?evidênciaspapel de trabalho
O que concluir?achado bem escritorecomendação
Laboratório 9 — Produto do capítulo
Resumo do capítulo (revisão rápida)
Questões
  1. Diferencie teste de conformidade e substantivo com exemplo.
  2. O que é evidência suficiente? Dê 3 exemplos.
  3. Escreva um achado (critério-condição-efeito) para compras.
  4. Explique por que segregação de funções reduz risco.

Notas didáticas

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Capítulo 10 — Laboratório final: auditoria completa em um processo municipal

Do conceito ao procedimento

Laboratório final: auditoria completa em um processo municipal no setor público tem uma lógica simples: reduzir riscos e aumentar confiança. Controle interno organiza rotinas, define responsabilidades e produz evidências; auditoria avalia se essas rotinas funcionam e recomenda melhorias.

O ponto-chave é separar “opinião” de “evidência”. Em auditoria, o que vale é documento, registro, trilha de auditoria, conciliação, teste e confirmação. A boa prática é padronizar papéis de trabalho e manter rastreabilidade (o que foi testado, por quem, quando e com base em quê).

Neste capítulo, o foco é aplicar de ponta a ponta. Você vai aprender um modelo de execução com começo, meio e fim: planejamento → testes → achados → recomendações → monitoramento.

Aplicação municipal (exemplos): folha de pagamento, compras e contratos, almoxarifado, frota, obras, arrecadação, convênios, saúde e educação. Em cada área, o risco muda, mas o método é o mesmo: mapear processo, identificar pontos de controle, testar e registrar evidências.

Dica didática: escreva o achado em três frases: (1) critério (qual regra/padrão), (2) condição (o que foi observado), (3) efeito/risco (por que importa). Depois, proponha a causa provável e a recomendação prática.

Checklist do capítulo
Quadro de decisão
PerguntaFerramentaSaída
Qual o risco principal?matriz de riscoprioridade de testes
Que controle prova execução?evidênciaspapel de trabalho
O que concluir?achado bem escritorecomendação
Laboratório 10 — Produto do capítulo
Resumo do capítulo (revisão rápida)
Questões
  1. Diferencie teste de conformidade e substantivo com exemplo.
  2. O que é evidência suficiente? Dê 3 exemplos.
  3. Escreva um achado (critério-condição-efeito) para compras.
  4. Explique por que segregação de funções reduz risco.

Notas didáticas

Use exemplos locais: folha, contratos, obras, convênios, arrecadação. O método é o mesmo; muda o risco e a evidência.


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Anexos (modelos)

Modelo — Matriz de risco e controle
Modelo — Programa de auditoria
  1. Objetivo e escopo
  2. Critérios
  3. População e amostra
  4. Testes
  5. Evidências
Modelo — Estrutura de relatório

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Contracapa

Controle Interno e Auditoria no Setor Público apresenta controle interno e auditoria com abordagem aplicada: processos, riscos, testes, papéis de trabalho, achados e recomendações. Modelos e laboratórios para uso em prefeituras, autarquias e fundos.

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